terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Gosto de poeira e cheiro de naftalina

2004... 21 de julho, quarta feira, 1h35... na verdade, madrugada de 22 de julho, quinta feira.
 
  Você estaria verdadeiramente sentindo-se em casa agora: lá fora, 14 graus Celsius, ligeiramente úmido, com o vento típico desta época do ano... não deve ser pior do que teu outono :) mas ainda assim incomoda um bocado.
  Estranho como as coisas são... passam de dez anos que voltei do estrangeiro, mas minhas memórias manifestam-se se de maneiras estranhas: até hoje mantenho a capacidade de dizer quando a temperatura está próxima de 15 graus. Hoje, como já é de costume, acertei em cheio - "não menos que 13, não mais do que 15". O termômetro, do lado de fora da casa, me confirmou.
  Eu poderia dizer que hoje foi um bom dia: consegui almoçar, e comi muito, sem preocupação com horário - já que não teria problema eu chegar um pouco tarde ao trabalho, pois deveria estar em recesso. Pus algumas fotos para revelar - até que enfim, pois o filme já tinha um ano e meio -, tive a alegria de ver que várias fotos ficaram boas, apesar de a máquina ter estragado. Ah, e não perdi nada, nenhum objeto, ao longo do dia. :)
  Consegui, *finalmente*, assistir a dois filmes de uma vez no FIC/Brasília. Desta vez cheguei cedo e não sem dinheiro. Ao sair, fui com minhas irmãs a uma apresentação de uma banda de música popular que eu ainda não conhecia... ou melhor, não sabia que conhecia, e o que é melhor, consegui me divertir. Nesses eventos, eu normalmente não me sinto à vontade; hoje, até dancei (!?). Sim, eu que mal me movo em shows. Chegamos há pouco, ainda cantando.
  Realmente, houve de tudo para dissipar minha atenção, para melhorar meu humor... no entanto, ainda assim não me sinto plenamente alegre. Por mais que tente, não consigo me convencer; mesmo dizendo para mim "está tudo, TUDO, bem", na verdade falta-me alguma coisa, e o problema é que eu sei disso.
  Só espero que você também saiba.
  Saudades...

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